MARGARIDAS PARANOICAS

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Fala alguma coisa

Fala de mim

Fala para os outros

E vai falando assim

Fala, fala, fala.

Quem quer fala

Quem não quer se cala

Que droga de fala

Abençoada fala

Fala amada
Fala odiada

A beleza da fala

Quer falar comigo?

Fala, fala, fala!

Fala que se vê

Que se fala

Fala que não fala

Fala que não cala

O que se ouve da fala

Fala, fala, fala.

Fala que não falou

Fala o que escutou

Fala o que pensou

Pensa no que fala

Fala alguma coisa

Fala, fala, fala!



- Postado por: Dai Holz às 17h33
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Excita

Acalma

Deixa

Tem cor

Brilho

Gosto

Transforma

Embala

Acorda

Conduz

Chora

Canta

É capaz de tudo

Com sorte

Por mim

Não envelhece

Apaixonado

Sempre só comigo

Teu meigo riso

Mais secreto

 



- Postado por: Dai Holz às 19h21
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“I see nobody on the road”, said Alice.
“I only wish I had such eyes”, the King remarked in a fretful tone. “To be able to see Nobody! And at that distance too! Why, it’s as much as I can do to see real people, by this light.


CARROLL, L. "Through the looking -glass". With an introduction and notes by M. Gardner. In: _____. The annotated Alice. Lewis Carroll. New York: Penguin, 1970. P.279.



- Postado por: Dai Holz às 19h49
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E eu ia

Toda exposta

Boca torta

Mesa posta

Minhas fatias

E não via

Que você dormia

 



- Postado por: Dai Holz às 19h45
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SORRISO DE MENINA MIMADA

ANDANDO DE HAVAIANAS

O SALTO ALTO

FICOU NA VRITINI

 



- Postado por: Dai Holz às 18h34
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CRISE EXISTENCIAL

 

Apenas um novo jeito

De preparar um sanduíche

Um novo jeito

De filmar as coisas

Um novo jeito

De te beijar

Um novo riso

Com vários sons

Uma nova maneira

De encarar

Talvez de olhos fechados

A te esperar



- Postado por: Dai Holz às 18h31
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SÁBIOS CONSELHOS

 

E todos me dizem

‘esqueça dele...’

 

E eu tola entendo

Que para fazê-lo,

Tenho que sofrer do mesmo jeito

 

Prefiro a dor dos teus tapas

Do que a tua ausência...

 



- Postado por: Dai Holz às 17h43
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Que vontade

 

De não amar

 

De desprezar

Sentimentos

Pra cuidar mais de mim

 

E assim,

Quem sabe,

Eu não seria tão ruim...

 



- Postado por: Dai Holz às 17h39
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        Do que adianta escrever bonito se você se acha o patinho feio da história, hein, cachorrão?!? Se só o que faço é escrever para você desde o dia em que te conheci e você achando que eu falo da beleza dos outros? E quando eu choro é porque gosto de ter problemas. Problemas, uma música melosa pra chorar e você do meu lado, meu patinho feio cachorrão.

        E quando invento outras cores pra você. E tento fiar mais infeliz pra dar mais cor a nossa vida. Quando sou melodramática, infantil ou materialista... Só pra te provocar, por que o amor me basta. Morro de fome pra provar alguma coisa para você. Porque escrever não adianta. Você não lê o que eu escrevo. Esse pedaços de mim. Mas se eu deixo de comer, você nota e fica louco. Meu jeito de te provocar... Sei lá eu...

        Por mais que escreva e você não leia, acho bonito nosso amor parecendo letra de música, ou mesmo uma tragicomédia B... Eu passando fome pra você notar, você querendo me botar no altar, com casa e carro... E eu sabendo que você nunca quis casa e sempre detestou dirigir... nosso caótico amor eu escrevo em linhas tortas e palavras toscas pra gente poder virar pintura futura...



- Postado por: Dai Holz às 19h49
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Vamos morrer juntos

Agora

Nesse lugar tão ermo

Nesse lugar tão perfeito

Ganhei um amor

E essas palavras

Se eu lhe dissesse:

‘você é estúpido’

ele diria

‘sou mesmo!’

se ele dissesse:

‘vamos ao inferno?’

eu iria na mesma hora

Aí me perguntou:

‘já tomou seu remédio?’

e cobriu-me de doçura.

 



- Postado por: Dai Holz às 17h48
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