MARGARIDAS PARANOICAS

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Devido à dificuldades técnicas o blog terá novo endereço:

 

http://margaridasparanoicas.blogspot.com

 




- Postado por: Dai Holz às 22h33
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Poesia tem que ser simples,

Amar não deve ser complicado,

Aliviar as dores é como parto

E o ódio deixo pra mais tarde.

 

O pensamento se mantém espontâneo

O corpo, continua em pelo

Os olhos ainda sentem medo

Do beijo, um pouco incomum.

 

O equilíbrio que afunda é o suspiro.

Desculpa sem mágoa, serve de pretexto

Afasto meus sentidos numa volta

E não sei mais me medir.



- Postado por: Dai Holz às 20h45
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o sol do meio dia me diz

'me tiveste muito tarde...'

 



- Postado por: Dai Holz às 21h17
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Não gosto mais de poesia.

E tudo isso me cansa.

Canseira ter que amar

Até o fim ...



- Postado por: Dai Holz às 21h13
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se sei mentir

e isso te prejudica

me engata a 1º vista

eu vejo que sei sentir

 



- Postado por: Dai Holz às 23h16
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Da boca

Que beija

Eu quis

Cicatriz

Pra tentar

Ser feliz

 



- Postado por: Dai Holz às 22h44
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AMOR PLATÔNICO

 

Falou uma frase tola pra tentar impressionar o professor e acabou esquecendo de ir embora.



- Postado por: Dai Holz às 18h32
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Você

Indiscreto

Eu

Escrevo

Descrevo

meu

Desejo

Secreto

 



- Postado por: Dai Holz às 21h51
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Outra dica de blog... adoro humor negro!!!

Perfeito para a situação atual!!! hahahaha!

http://porquecontinuamoscasadas.blogspot.com/2011/07/respostas-apropriadas-perguntas.html

Sexta-feira, Julho 29, 2011

Respostas apropriadas a perguntas importunas



É menino ou menina?
Hum... vamos ver. Não tá com lacinhos nem frufrus no cabelo, nenhum carocinho de quiabo na orelha, nem mesmo um vestidinho cor-de-rosa. Em vez disso, tá usando uma calça azul-marinho e uma camisa de lista. Bem, se a tendência para as coleções primavera-verão-outono-inverno não inclui nenhuma androgenia na moda infantil, só me resta afirmar que até agora é um exemplar do sexo masculino.

Ele dorme à noite?
Mas por que ninguém me pergunta se eu durmo à noite? Não sabem que mesmo se revoltando com as canções de ninar e fazendo um samba do crioulo doido pra não se entregar ao sono e acordando a cada 50 minutos para protestar contra o repouso noturno, a criança enfim adormece. E no dia seguinte não é ela que se arrasta pelos cantos da casa com orelhas que vão até o pé e bocejando como um hipopótamo na lagoa.

É muito arteiro?
Nem um pouco, nossos amigos não nos convidam mais para ir às suas casas por causa da crise econômica e da violência urbana. E quando algum se arrisca a fazer essa gentileza, logo sorri amareladamente, “oh, queria tanto que minha casa fosse adaptada para receber um menino tão brincalhão”, e você responde “e eu só gostaria que ele não quebrasse aquele vaso de cristal e eu tivesse de vender a alma para pagar”.

Ele já tá andando?
- Não, ele não anda. Nunca aprendeu a andar. Assim que se firmou sob as duas pernas e sentiu-se seguro para movimentá-las, acelerou o passo e não parou mais. Dizem que aos cinco anos, ele para de correr e começa a caminhar. Eu duvido muito, depois que padecer no paraíso se tornou pra mim mais uma frase do império das meias-verdades, eu deixei de acreditar em fantasias como duendes verdes e chás de camomila. 

Ele já fala?
- Sim. Conhece todos os objetos da casa pelo seu respectivo nome, sabe os primeiros números e já se aventura pelo mundo das letras. Mas diz tudo isso numa linguagem cifrada que só os seus pais reconhecem e é incapaz de dar demonstrações dessa proeza só para impressionar os outros. Age dessa maneira porque tem medo que percebam o seu brilhantismo e o isole numa escola para crianças superdotadas.

 



- Postado por: Dai Holz às 22h01
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Um dia de chuva e sonhos

Um dia de monotonia de paisagens

Morar nas nuvens e chover.

Detalhes e pormenores que ninguém percebe

Casa de vó

Cheiro de chuva

Doce de mãe.

Olhar  e descobrir anseios

Derramar segredos

Seria o que eu vejo?




- Postado por: Dai Holz às 16h03
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